Botero na Caixa Cultural

Amanhã, 30 de outubro de 2011, última dia para visitar obras do artista colombiano Botero, na Caixa Cultural do Rio de Janeiro.

A Caixa Cultural do Rio de Janeiro apresenta a exposição “Dores da Colômbia”, do artista colombiano Fernando Botero.

Estão expostas as 67 obras doadas pelo artista ao Museu Nacional da Colômbia entre os anos de 2004 e 2005. São 6 aquarelas, 36 desenhos e 25 pinturas que retratam o sofrimento do povo colombiano,  consequencias das ações de grupos guerrilheiros, políticos e paramilitares.

El Desfile - Fernando Botero

 
Esses quadros são uma forma de repudiar a violência.
Botero
 

O artista utilizou técnicas variadas, como carvão sobre tela. Alguns desenhos parecem estar saindo da tela.

Súplica - Fernando Botero

 

Só almejo deixar um testimunho de artista que viveu e sentiu seu país e seu tempo. É como dizer “vejam a loucura em que vivemos”.
Botero
 

O cenário construído para a exposição possui frases do artista, algumas delas citadas no decorrer do post. Nessas frases conseguimos entender um pouco do que Botero quer ao pintar o sofrimento que a Colômbia passa. Sem querer levantar bandeiras, ele quer que todos saibam o que está acontecendo naquele país.

As obras possuem dramaticidade, mesmo com o colorido o artista conseguiu passar para os quadros o sofrimento, a dor, o medo de seu povo.

Arte é deixar para posteridade um retrato do que vivemos “naquele” período.

Informações:
Fotografias estão permitidas nesta exposição (sem flash).
Curadoria Ministério da Cultura da Colômbia e Museu Nacional da Colômbia
Curadoria no Brasil: Denise Carvalho
Período: 06 de setembro a 30 de outubro de 2011
Local: CAIXA Cultural do Rio de Janeiro – Galeria 3
Endereço: Av. Almirante Barroso, nº 25 – Centro – RJ (Metrô Estação Carioca)
Horário: terça a sábado, das 10h às 22h; domingo das 10h as 21h
Telefone: (21) 2544.4080
http://www.caixacultural.com.br

Roteiros Geográficos do Rio – UERJ

Roteiros Geográficos do Rio faz parte do projeto de extensão do Núcleo de Estudos sobre Humanística, Artes e Cidade do Rio de Janeiro – NeghaRIO – do Instituto de Geografia – IGEOG – da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ).

O projeto tem a coordenação do professor Dr. João Baptista Ferreira de Mello, conta com o auxílio de uma equipe de bolsistas.

Há vários roteiros, todos estão disponíveis no site.

O que fiz foi:

Igreja de Nossa Senhora do Carmo, antiga Catedral, de reais e imperiais batismos, casamentos e sagrações (visita), Convento do Carmo de D. Maria I, a Louca; Palácio Tiradentes (Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro – ALERJ) – rua D. Manuel e os prédios do Museu Naval e da Procuradoria geral do Estado do Rio de Janeiro, Paço Imperial e de Isabel de Orleans e Bragança; A beleza da Estação das Barcas; Chafariz do Mestre Valentim;  Praça XV da chegada da família real, do cortejo fúnebre, e das comemorações da Abolição da Escravidão; Arco do Telles do antigo Senado da Câmara; Travessa do Comércio/ sobrado de Aurora e Cármen Miranda; Rua do Ouvidor, logradouro inicial da iluminação a gás e da energia elétrica no espaço coletivo Carioca, de Machado de Assis e Chiquinha Gonzaga, bem como dos primeiros acordes do Carnaval Carioca, das lutas pelo abolicionismo e a República e das Confeitarias e lojas elegantes; Rua dos Mercadores; Rua do Rosário;  Rua do Mercado;  Beco da Cultura

Duração: 1h30 min

Um pouco do nosso passeio pelo centro do Rio, mas para saber todas as curiosodades e histórias de um pedaço da nossa cidade que reflete na história do nosso país, confira no blog as datas e faça sua inscrição.

Detalhe da Igreja de Nossa Senhora do Carmo, antiga Catedral (Ponto de encontro)

O ponto de encontro foi na Igreja de Nossa Senhora do Carmo, Antiga Sé, onde Princesa Isabel foi batizada. Foi restaurada em 2008 para comemoração dos 200 anos da chegada da Família Real ao Brasil, recebendo 1.600 folhas de ouro.

Igreja de Nossa Senhora do Carmo, antiga Catedral

Igreja de Nossa Senhora do Carmo, antiga Catedral

Ao lado da Igreja Nossa Senhora do Carmo, fica o prédio que residiu D. Maria I, que hoje pertence a Universidade Cândido Mendes. Era o Convento das Carmelitas, as freiras tiveram que sair para que D. Maria I morasse.

Convento do Carmo de D. Maria I, a Louca

O prédio da Alerj – antes era uma cadeia, dela saiu Tiradentes para ser enforcado.

Palácio Tiradentes (Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro – ALERJ)

O Morro do Castelo foi demolido em 1920/1922, aterrando a área que hoje é o Atero do Flamengo, Aeroporto Santos Dumond,  Glória, Urca e Lagoa.

Foto abaixo é do declive da Av. Presidente Antônio Carlos.

Elevação - resquício do Morro do Castelo

Com a chegada de D. Maria I, as Carmelitas foram para o Paço Imperial. No Paço Imperial foi assinada a Lei Áurea.

Paço Imperial e de Isabel de Orleans e Bragança

Carruagem da Princesa Isabel (exposta no Paço Imperial)

Praça XV

Marco da chegada da Família Real.

Chafariz do Mestre Valentim

Travessa do Comércio

O número 13 da Travessa do Comércio foi residência de Carmen Miranda.

Residência de Carmen Miranda

Travessa do Comércio

Algumas curiosidades:

A principal rua do Rio de Janeiro, Rua do Ouvidor, foi a primeira a receber iluminação na época de azeite, depois quando foi substituída por gás e a elétrica;

As construções da época do Brasil colonia foram construídas de frente para o mar;

1750 – inauguração do arqueduto , desviava a água do Rio da Carioca;

Morro de Santo Antônio – 1ª. favela do Rio de Janeiro

O morro de Santo Antônio sofre mutilação entre os anos de 1950 a 1954, só restando o convento, as terras foram doadas ao BNDS, Petrobras.

E tem muito mais…

Informações e inscrições:
http://roteirosgeorio.wordpress.com/
As inscrições são grátis e podem ser efetuadas:
pelo email roteirosgeorio@uol.com.br,
pelo Twitter: @roteirosgeorio ou pelo telefone (21) 8871-7238.

Peça Piano Bar no Espaço Lapa Café – 19 e 26 de outubro

 Release:

Um jovem casal retorna a um piano bar para comemorar o aniversário de casamento. Aquele local faz parte de suas lembranças mais íntimas e, através das canções que vão sendo tocadas pelo pianista do local, eles vão aos poucos reconstruindo essa memória, seja por coisas boas que determinada música traz, seja por coisas não tão agradáveis que outra canção pode provocar.

Entre um vinho e um jantar que não chega, os dois começam a destilar momentos marcantes de suas vidas, desenterrando sentimentos, palavras e dúvidas que pareciam presas na garganta há algum tempo. Aos poucos começam a questionar suas escolhas e seu próprio casamento. Com humor ácido e com um clima inspirado nos filmes de Pedro Almodóvar, Piano Bar despeja esse emaranhado de emoções e convida o público a participar daquela comemoração, aparentemente feliz, mas que rapidamente pode se transformar em algo trágico e dramático.

Depois de 2 temporadas de sucesso no Gláucio Gill a peça fará duas apresentações no Espaço Lapa Café. Espaço cênico e platéia sempre estiveram integrados, e como a peça é ambientada em um piano bar, nada mais natural do que levar o espetáculo para espaços cênicos alternativos, neste caso um bar propriamente dito.

O pianista, além tocar, canta os temas executados. Cada música desencadeia algum sentimento ou história no casal, e assim ela se transforma em quarto personagem. São executadas músicas de Tom Jobim, Roberto Carlos, Rita Lee, Dolores Duran entre outros. O texto é de João do Brasil, a direção de Sueli Costa e cenografia de Heloísa Bulcão.

Flyer da Peça Piano Bar

Informações:
Dias 19 e 26 de outubro de 2011
Local: Espaço Lapa Café
Endereço: Av. Gomes Freire, 453 – Centro / RJ
Telefone: (21) 3971.6812
Produção Trio Carioca

Grupo Urbitantes

Dica para hoje é a “Instalação Interativa” do grupo Urbitantes.

 

Flyer do evento

 

Informações:
Dia 1 de outubro de 2011 (este sábado)
Horário: 16h às 18h
Local:  Clark Art Center
Endereço: Teresa Guimarães, 35 – Botafogo
http://urbitantes.blogspot.com/